Cuidados com o pet no frio: guia completo de inverno
Roupinha na medida certa, caminha aquecida, banho com secagem e atenção redobrada com idosos, filhotes e vias respiratórias
Por Equipe Nmalls · 1 de agosto de 2026

O inverno pede cuidados diferentes do verão. Veja quem precisa de roupinha, como aquecer a caminha, como dar banho com segurança e proteger a pele e a respiração do seu pet.
Quando as temperaturas caem, os cuidados com o pet no frio precisam mudar de foco. O inverno traz riscos diferentes do verão: hipotermia em animais pequenos, articulações doloridas nos idosos, pele ressecada e mais casos de tosse e problema respiratório. Cães e gatos regulam o calor do corpo de um jeito próprio, e nem todo animal sente o frio da mesma forma. Saber quem precisa de proteção extra evita tanto o exagero quanto o descuido.

Quem realmente precisa de roupinha (e quem não)
A Roupa para pet deixa de ser enfeite quando o frio aperta de verdade. Ela ajuda os animais que perdem calor com facilidade: raças de pelo curto ou sem subpelo (como Pinscher, Chihuahua, Whippet e Buldogue Francês), filhotes, idosos, cães magros ou debilitados e pets que acabaram de ser tosados. Nesses casos, uma Roupa confortável nos dias mais gelados poupa a energia que o corpo gastaria apenas para se manter aquecido.
Por outro lado, muitos cães não precisam de roupa. Raças de pelagem dupla e densa — como Husky, Pastor Alemão, Golden e Border Collie — já têm um isolamento natural excelente e podem até sofrer com superaquecimento se forem vestidas sem necessidade. Gatos, na maioria das vezes, dispensam roupinha: preferem procurar sozinhos o ponto mais quente da casa. Se usar, a peça deve ser do tamanho certo, sem apertar o pescoço nem atrapalhar o xixi, e precisa ser retirada assim que ficar úmida.
Caminha aquecida e um cantinho protegido
No frio, o chão rouba calor. Elevar o pet do piso já faz diferença, e é aí que uma boa Caminha entra: com bordas altas para o animal se enrolar e material que conserva o calor, ela vira um refúgio. Vale posicionar a Caminha longe de correntes de ar, portas e janelas, de preferência em um canto reservado da casa. Mantas laváveis por cima ajudam, e tocas fechadas agradam gatos e cães pequenos que gostam de se aconchegar.
Fuja de bolsas de água muito quentes ou de aquecedores elétricos sem proteção perto do animal: o risco de queimadura e de fio roído é real. O ideal é aquecer o ambiente de forma segura e deixar o pet escolher se aproximar ou se afastar.
Idosos e filhotes: atenção redobrada
Filhotes ainda não regulam bem a temperatura corporal e esfriam rápido; idosos costumam ter menos gordura, pelagem mais rala e artrose, que piora com o frio. Nesses dois grupos, mantenha o descanso em local aquecido, evite banhos desnecessários e observe sinais de dor ao levantar ou subir. Tremores, apatia, corpo encolhido e busca constante por calor são alertas de que o animal está com frio demais — e hipotermia é emergência veterinária.
Banho e secagem nos dias frios
Não é preciso deixar o pet sem banho no inverno, mas a secagem passa a ser a parte mais importante. Um animal que fica úmido perde muito calor e pode adoecer. Prefira banhos nos horários mais quentes do dia, use água morna (nunca quente) e seque muito bem com toalha e secador em temperatura amena, chegando até a pele — não só na superfície do pelo. Nos dias de frio extremo, espaçar um pouco a frequência do banho é razoável; a tosa higiênica ajuda a manter a limpeza sem tirar todo o pelo que protege.
Pele ressecada, passeio e vias respiratórias
O ar seco do inverno resseca a pele e deixa a pelagem opaca, com mais caspa e coceira. Escovar com frequência distribui a oleosidade natural, e uma alimentação de qualidade, com bons níveis de ômega 3 e 6, sustenta a barreira da pele por dentro. Se houver descamação intensa ou feridas, converse com o veterinário.
No passeio, escolha as horas de sol, evite o começo da manhã e o fim da noite e cuidado com o piso muito gelado sob as patas. De volta para casa, seque as patinhas se estiverem molhadas. Por fim, fique atento às vias respiratórias: tempo frio e seco favorece tosse, espirros e quadros como a traqueobronquite (a chamada tosse dos canis) e a rinotraqueíte em gatos. Ambientes fechados e sem nenhuma ventilação também concentram agentes que irritam. Tosse persistente, secreção no nariz ou nos olhos, chiado e falta de ar pedem avaliação veterinária — não medique por conta própria.
Na Nmalls, em Marília-SP, você encontra Roupa, Caminha e tudo para o seu cão ou gato atravessar o inverno aquecido e saudável. Passe na nossa loja ou fale com a nossa equipe: ajudamos você a montar o cantinho perfeito para os dias frios, com o atendimento de quem entende de pet.
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Perguntas frequentes
Todo cachorro precisa de roupinha no inverno?
Não. A roupinha ajuda quem perde calor com facilidade, como raças de pelo curto ou sem subpelo, filhotes, idosos, cães magros ou recém-tosados. Já raças de pelagem dupla e densa, como Husky e Golden, têm isolamento natural e podem até superaquecer se vestidas sem necessidade.
Como sei se o meu pet está com frio?
Fique atento a tremores, corpo encolhido, apatia, busca constante por calor e relutância em sair da cama. Extremidades frias e respiração alterada também são sinais. Frio intenso pode levar à hipotermia, que é uma emergência: procure o veterinário se o animal estiver muito prostrado.
Posso dar banho no meu pet nos dias frios?
Pode, desde que a secagem seja caprichada. Use água morna, prefira os horários mais quentes do dia e seque muito bem com toalha e secador em temperatura amena, chegando até a pele. Um animal que fica úmido no frio perde calor e adoece com facilidade.
Gato sente frio?
Sim, mas o gato costuma se virar sozinho, procurando o ponto mais quente da casa. Raramente precisa de roupinha. Ofereça uma caminha ou toca aquecida em local sem corrente de ar, e dê atenção extra a filhotes e idosos, que se resfriam mais rápido.





